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EBR, o Registro Eletrônico de Lote que elimina o retrabalho da Qualidade

Todo Head de Qualidade da indústria farmacêutica já viveu essa cena. Um lote pronto, a produção parada, e uma equipe inteira revisando página por página um caderno de lote em papel, caçando rasura, campo em branco ou assinatura fora de ordem. Isso se chama revisão por exceção, só que sem exceção nenhuma, porque no papel tudo vira exceção.

O EBR, sigla para Electronic Batch Record, existe para acabar com essa cena.

O que é EBR na prática

EBR é o registro eletrônico de lote. Em vez do operador preencher formulários impressos durante a produção, o sistema conduz cada etapa do processo, valida em tempo real se os parâmetros estão dentro da faixa aprovada, bloqueia o avanço quando algo sai do especificado e já entrega ao final um lote revisável por exceção de verdade.

A diferença central está aqui. No papel, a Qualidade revisa depois. No EBR, o sistema impede o desvio antes.

Isso muda o papel do Head de Qualidade. Ele deixa de ser o último filtro que encontra o erro e passa a ser quem desenha a regra que evita o erro.

Por que isso importa para compliance com ANVISA e FDA

RDC 658 e RDC 301, além das diretrizes GMP e GAMP, cobram rastreabilidade completa, dados íntegros e trilha de auditoria confiável. Um caderno de papel depende de disciplina humana para atender isso. Um EBR bem implementado atende por construção.

Em uma inspeção, a diferença aparece rápido. Encontrar um lote específico, ano passado, com todos os desvios documentados e todas as assinaturas eletrônicas rastreadas, leva minutos em um sistema eletrônico e pode levar dias em um arquivo físico.

O que muda no dia a dia da equipe

Três ganhos concretos aparecem logo nas primeiras semanas de uso.

O tempo de liberação de lote cai, porque a revisão deixa de ser página por página e passa a ser só sobre os desvios reais. A qualidade do dado sobe, porque o sistema impede campo em branco, valor fora de faixa e sequência errada de etapa. E o time de Qualidade ganha tempo de volta para investigação e melhoria contínua, em vez de caçar erro de preenchimento.

Nenhum desses ganhos depende de aumentar time. Depende de tirar do caminho o trabalho que nunca deveria ter sido manual.

Como o Oran+ resolve isso

O módulo EBR do Oran+ nasceu dentro da realidade regulatória brasileira e já opera também no Canadá, com compliance nativo a ANVISA, FDA, GMP e GAMP desde a concepção, não como adaptação.

Ele se conecta aos módulos de pesagem, OEE e fluxo da própria plataforma, o que significa que o dado de pesagem que abre o lote é o mesmo dado que fecha o registro eletrônico, sem digitação dupla e sem risco de divergência entre sistemas.

Farmacêuticas como Unither, Blanver, Airela, Cimed, Cristália, Galderma, Halexistar e Ourofino já rodam essa lógica em produção real, no Brasil, sob a mesma legislação que rege a sua operação. Isso é raro. A maioria dos concorrentes globais chega ao país com case de matriz americana ou europeia, traduzido, sem nenhuma planta brasileira por trás.

O primeiro passo antes de trocar de sistema

Antes de qualquer decisão de compra, vale mapear onde o papel ainda cria risco na sua operação hoje. Geralmente aparecem três pontos, o tempo de liberação de lote, a taxa de desvio de preenchimento e o tempo de resposta em auditoria.

Quem consegue medir esses três números já sabe exatamente o tamanho do ganho que um EBR bem implementado traz.mpre um passo à frente em um mercado competitivo. Deseja saber mais? Fale conosco.

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